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quinta-feira, 19 de junho de 2014

A celebração de Corpus Christi

A celebração de Corpus Christi  teve origem em 1243, em Liège, na Bélgica, no século XIII, quando a freira Juliana de Cornion teria tido visões de Cristo demonstrando-lhe desejo de que o mistério da Eucaristia fosse celebrado com destaque.

Em 1264, o Papa Urbano IV através da Bula Papal “Trasnsiturus de hoc mundo”, estendeu a festa para toda a Igreja, pedindo a São Tomás de Aquino que preparasse as leituras e textos litúrgicos que, até hoje, são usados durante a celebração. Compôs o hino “Lauda Sion Salvatorem” (Louva, ó Sião, o Salvador), ainda hoje usado e cantado nas liturgias do dia pelos mais de 400 mil sacerdotes nos cinco continentes.

A procissão com a Hóstia consagrada conduzida em um ostensório é datada de 1274. Foi na época barroca, contudo, que ela se tornou um grande cortejo de ação de graças.

No Brasil

No Brasil, a festa passou a integrar o calendário religioso de Brasília, em 1961, quando uma pequena procissão saiu da Igreja de madeira de Santo Antônio e seguiu até a Igrejinha de Nossa Senhora de Fátima. A tradição de enfeitar as ruas surgiu em Ouro Preto, cidade histórica do interior de Minas Gerais.

A celebração de Corpus Christi consta de uma missa, procissão e adoração ao Santíssimo Sacramento.

A procissão lembra a caminhada do povo de Deus, que é peregrino, em busca da Terra Prometida. No Antigo Testamento esse povo foi alimentado com maná, no deserto. Hoje, ele é alimentado com o próprio Corpo de Cristo.

Durante a Missa o celebrante consagra duas hóstias: uma é consumida e a outra, apresentada aos fiéis para adoração. Essa hóstia permanece no meio da comunidade, como sinal da presença de Cristo vivo no coração de sua Igreja.

domingo, 8 de dezembro de 2013

A conversão, nota predominante da predica de João Batista. - Segunda semana do Advento

Durante a segunda semana, a liturgia nos convida a refletir com a exortação do profeta João Batista: “Preparem o caminho, Jesus chega”. Qual poderia ser a melhor maneira de preparar esse caminho que busca a reconciliação com Deus? Na semana anterior nos reconciliamos com as pessoas que nos rodeiam; como seguinte passo, a Igreja nos convida a acudir ao Sacramento da Reconciliação (Confissão) que nos devolve a amizade com Deus que havíamos perdido pelo pecado. Acenderemos a segunda vela roxa da Coroa do Advento, como sinal do processo de conversão que estamos vivendo.

Durante esta semana poderíamos buscar nas diferentes igrejas mais próximas, os horários de confissões disponíveis, para quando cheguar o Natal, estejamos bem preparados interiormente, unindo-nos a Jesus e aos irmãos na Eucaristia.


terça-feira, 3 de dezembro de 2013

A vigilância na espera da vinda do Senhor - primeiro Semana do Advento

Durante esta primeira semana do Advento as leituras bíblicas e a prédica são um convite com as palavras do Evangelho: “Velem e estejam preparados, pois não sabem quando chegará o momento”. É importante que, como uma família, tenhamos um propósito que nos permita avançar no caminho ao Natal; por exemplo, revisando nossas relações familiares. Como resultado deveremos buscar o perdão de quem ofendemos e dá-lo a quem nos tem ofendido para começar o Advento vivendo em um ambiente de harmonia e amor familiar. Desde então, isto deverá ser extensivo também aos demais grupos de pessoas com as quais nos relacionamos diariamente, como o colégio, o trabalho, os vizinhos, etc. Esta semana, em família da mesma forma que em cada comunidade paroquial, acenderemos a primeira vela da Coroa do Advento, de cor roxa, como sinal de vigilância e desejo de conversão.








sexta-feira, 29 de novembro de 2013

Tempo do Advento


O Tempo do Advento começa com as vésperas do domingo mais próximo ao 30 de novembro e termina antes das vésperas do Natal. Os domingos deste tempo se chamam 1º, 2º, 3º, e 4º do Advento. Os dias 16 a 24 de dezembro (Novena de Natal) tendem a preparar mais especificamente as festas do Natal.

O tempo do Advento tem uma duração de quatro semanas. Este ano, começa no domingo 01 de dezembro, e se prolonga até a tarde do dia 24 de dezembro, em que começa propriamente o Tempo de Natal. Podemos distinguir dois períodos. No primeiro deles, que se estende desde o primeiro domingo do Advento até o dia 16 de dezembro, aparece com maior relevo o aspecto escatológico e nos é orientado à espera da vinda gloriosa de Cristo. As leituras da Missa convidam a viver a esperança na vinda do Senhor em todos os seus aspectos: sua vinda ao fim dos tempos, sua vinda agora, cada dia, e sua vinda há dois mil anos.

No segundo período, que abarca desde 17 até 24 de dezembro, inclusive, se orienta mais diretamente à preparação do Natal. Somos convidados a viver com mais alegria, porque estamos próximos do cumprimento do que Deus prometera. Os evangelhos destes dias nos preparam diretamente para o nascimento de Jesus. Com a intenção de fazer sensível esta dupla preparação de espera, a liturgia suprime durante o Advento uma série de elementos festivos. Desta forma, na Missa já não rezamos o Glória. Se reduz a música com instrumentos, os enfeites festivos, as vestes são de cor roxa, o decorado da Igreja é mais sóbrio, etc. Todas estas coisas são uma maneira de expressar tangivelmente que, enquanto dura nosso peregrinar, nos falta alo para que nosso gozo seja completo. E quem espera, é porque lhe falta algo. Quando o Senhor se fizer presente no meio do seu povo, haverá chegado a Igreja à sua festa completa, significada pela Solenidade do Natal.

Temos quatro semanas nas quais de domingo a domingo vamos nos preparando para a vinda do Senhor. A primeira das semanas do Advento está centralizada na vinda do Senhor ao final dos tempos. A liturgia nos convida a estar em vela, mantendo uma especial atitude de conversão. A segunda semana nos convida, por meio do Batista a “preparar os caminhos do Senhor”; isso é, a manter uma atitude de permanente conversão. Jesus segue chamando-nos, pois a conversão é um caminho que se percorre durante toda a vida. A terceira semana preanuncia já a alegria messiânica, pois já está cada vez mais próximo o dia da vinda do Senhor. Finalmente, a quarta semana nos fala do advento do Filho de Deus ao mundo. Maria é figura central, e sua espera é modelo e estímulo da nossa espera.

Quanto às leituras das Missas dominicais, as primeiras leituras são tomadas de Isaías e dos demais profetas que anunciam a Reconciliação de Deus e, a vinda do Messías. Nos três primeiros domingos se recolhem as grandes esperanças de Israel e no quarto, as promessas mais diretas do nascimento de Deus. Os salmos responsoriais cantam a salvação de Deus que vem; são orações pedindo sua vinda e sua graça. As segundas leituras são textos de São Paulo ou das demais cartas apostólicas, que exortam a viver em espera da vinda do Senhor.

A cor dos parâmentos do altar e as vestes do sacerdote é o roxo, igual à da Quaresma, que simboliza austeridade e penitencia. São quatro os temas que se apresentam durante o Advento:

I Domingo

A vigilância na espera da vinda do Senhor. 

II Domingo

A conversão, nota predominante da predica de João Batista. 

III Domingo

O testemunho, que Maria, a Mãe do Senhor, vive, servindo e ajudando ao próximo. 

IV Domingo

O anúncio do nascimento de Jesus feito a José e a Maria. 

segunda-feira, 12 de agosto de 2013

IEAD RCCBRASIL: INSCRIÇÕES COM DESCONTO PARA O MÊS DA BÍBLIA

por Equipe IEAD.

Durante o período de 08 a 14 de agosto de 2013, o Instituto de Educação a Distância da RCCBRASIL está oferecendo um desconto de 50% de desconto para todas as pessoas que desejarem fazer o curso Introdução aos Estudos da Bíblia.

O curso tem o valor de inscrição de R$ 65,00 (sessenta e cinco reais), mas durante estes 7 (sete) dias de promoção terá o valor total de R$32,00 (trinta e dois reais). Não é cobrado mensalidade, somente o valor da inscrição.

O curso tem duração de 3 meses. O conteúdo é liberado semanalmente e o aluno pode acessá-lo a qualquer hora e em qualquer dia da semana, de acordo com a sua disponibilidade.

O curso é ministrado todo pela internet, com aulas em vídeo, audiobook, leituras, exercícios, plano e método de estudo bíblico, fóruns de discussão e acompanhamento por monitores.

As matrículas promocionais para o curso iniciam às 19h de 08/08/2013 e encerram às 23h55 de 14/08/2013.

Para se inscrever com desconto, use o Código Promocional [ SAGRADAESCRITURA ]. Para fazer sua matrícula acesse a área de “Inscrição Promocional” do site do IEAD RCCBRASIL, ou clique aqui nesse link .

Esta promoção tem o objetivo de celebrar o Mês da Bíblia e incentivar a meditação e estudo individual da Sagrada Escritura, semeando a Palavra de Deus em todas as famílias católicas e Grupos de Oração. Todos os inscritos iniciarão seus estudos em 10 de setembro.


quinta-feira, 8 de agosto de 2013

Elena Guerra e o Reavivamento do Espírito Santo.

Por meados do século XIX, na Itália, os trabalhos de uma jovem chamada Elena Guerra vão desencadear o que viria a ser um verdadeiro reavivamento espiritual na vida da Igreja, centrada na devoção e no culto à pessoa do Divino Espírito Santo.

De uma família razoavelmente abastada, Elena Guerra nasceu em Lucca, na Itália, a 23 de junho de 1835. Criada em um ambiente profundamente religioso, católico, Elena se dedica desde cedo ao estudo da Palavra de Deus, à Patrologia, mantendo-se sempre envolvida em atividades apostólicas. Como Dama de Caridade de São Vicente, trabalhou com denodo junto aos pobres, assistindo-os especialmente durante um surto de cólera que assolou a região onde vivia. Participou também da associação das Filhas de Maria.

Com seu pai, Antônio Guerra, Elena – em peregrinação pascal na cidade de Roma – faz uma profunda experiência de Deus ao visitar as Catacumbas dos Mártires, que desperta nela o desejo de uma vida inteiramente consagrada ao Senhor. Durante essa peregrinação (Abril de 1870), Elena assiste, na basílica de São Pedro, a uma audiência pública – à terceira sessão conciliar do Concílio Vaticano I –, na qual foi aprovada a Constituição “Dei Filius”, sobre a Fé. Decide-se, depois de uma visita a Pio IX, a fazer a oferta de sua vida pelo bom êxito do pontificado desse Papa.

Com um grupo de amigas, Elena dá início a uma associação que foi aprovada como “Pia União das Amizades Espirituais sob a invocação de Maria Santíssima, Mãe do Belo Amor”. A pertinência da associação foi logo confirmada por sua rápida expansão, não só na cidade de Lucca, mas inclusive pelos campos das cidades vizinhas (Viareggio, Castelnuovo Garfagnana, Florença, Sena, e outras).

No ano seguinte (1872), Elena, com o seu grupo das Amizades Espirituais, dão início a uma nova experiência de vida religiosa, transformando a Pia União na Congregação das Irmãs de Santa Zita, cujo apostolado se concentrava na educação cultural e religiosa da juventude feminina (A patrona da Congregação – a virgem lucense Santa Zita –, tem atualmente o seu corpo exposto, incorrupto, na Igreja de São Frediano, em Lucca – Igreja na qual foi batizada Elena Guerra).
Nos anos que se seguem à fundação da Congregação, Elena sente crescer dia a dia, no seu coração, uma profunda devoção ao Espírito Santo. Algumas experiências místicas – locuções, apelos interiores – vão colocando em seu coração uma acentuada inquietude em relação à condição bastante precária que se podia notar, na Igreja, no tocante à devoção e ao culto à pessoa do Espírito Santo. O Senhor a inspirava e a instava a tomar alguma iniciativa; mas ela hesitava...

Em 1893, uma “porta-voz” – como diria ela em seu diário (E. Guerra, Mss. VI, 242) aguçou sua coragem profética: “Ermínia Georgetti, uma senhora simplicíssima, ignorante no que diz respeito aos conhecimentos do mundo, mas bem fundada nas virtudes cristãs” (Mss. VI, 244), revela-lhe que, há uma semana, depois da comunhão, o Senhor insistia em que ela falasse com a Madre (Georgetti era ajudante na cozinha), e como ela não se encorajasse em fazê-lo, seu coração se encontrava inquieto... E, naquela manhã o Senhor repetia a ordem, pedindo que ela obedecesse... E disse-lhe Georgetti. “No meu interior a voz de Jesus me disse: „Gostaria que você dissesse à Madre que convocasse ao meu coração todos os fiéis em uma oração universal por meio da devoção do Novo Cenáculo‟1... O Amor não é conhecido... O Amor não é amado... Meu Coração não pode repousar nem mesmo nos corações a mim consagrados!... Diga tudo à Madre... Diga-lhe que escreva uma carta ao Santo Padre, pedindo-lhe que reúna todos os fiéis em contínua oração...”2

Quase dois anos depois Elena cede a esses apelos. Monsenhor Giovanni Volpi, que já há alguns anos, frequentava a Comunidade das irmãs como Pai espiritual, comenta com Leão XIII, em uma visita à Roma no ano de 1894, sobre sua intenção. O papa não refutou a ideia de fazer qualquer coisa nesse sentido, e, assim, em 17 de abril de 1895, Elena envia a Leão XIII, por meio do padre Bertini – prior de Santa Maria do Povo –, a sua primeira carta3 (outras 12 cartas e um pequeno “bilhete”, por assim dizer, se seguiriam, na sequência). Nela, Elena manifesta sua agonia pela pouca atenção dada pela Igreja à pessoa do Espírito Santo. Em uma passagem, diz:

“Santíssimo Pai... o mundo é mau, o espírito de Satanás triunfa nessa pervertida sociedade e em uma multidão de almas, que rasga o Coração de Deus; e embora nessas lastimáveis condições de fatos, os cristãos não pensam em dirigir unânimes súplicas Àquele que pode “renovar a face da terra”... Se recomenda todas as devoções – e isso é bom –, mas daquela devoção que, segundo o espírito da Igreja, deveria ser a primeira, se esquece. Se faz muitas novenas – e isso é ótimo –, mas aquela Novena que por ordem do próprio Salvador foi feita inclusive por Maria Santíssima e pelos Apóstolos, é agora praticamente esquecida. São louvados pelos Pregadores todos os santos – e isso é bom! –, mas uma pregação em honra do Espírito Santo – que é Aquele que forma os santos – quem a faz? (...). Portanto, ó Santo Padre, somente vós podeis fazer com que os cristãos retornem ao Espírito Santo, a fim de que o Espírito Santo torne a nós, abata o maligno império do demônio e nos conceda prontamente a desejada renovação da face da terra...”4

Um momento de graça, profético, iluminado, “no qual a Igreja parece reencontrar a capacidade de escutar a voz do Espírito que lhe fala através de uma humilde freira provinciana, insignificante e desconhecida, mas preciosa naquele tempo e naquele momento da história”.5

Desse período de correspondência epistolar com Elena Guerra, Leão XIII destina à Igreja três documentos sobre essa questão relacionada ao culto ao Espírito Santo: um, a cinco de maio de 1895 (O Breve “Provida Matris Charitate”, em que convidava os fiéis à invocação ao Espírito Santo, com a recomendação de se fazer uma novena por ocasião de Pentecostes); outro, a nove de maio de 1897 (a 1ª encíclica sobre o Espírito Santo, “Divinum illud munus”,) e a Carta aos Bispos “Ad fovendum in cristiano populo”, em que reforça as recomendações anteriores.

De sua parte, Elena prossegue trabalhando intensivamente pela difusão da devoção ao Espírito Santo. Escreve diversos livros sobre o assunto, e envia à Leão XIII uma Novena de Pentecostes de sua autoria, intitulada “O Novo Cenáculo”. Tanto fez pela devoção ao Espírito Santo que, uma vez acometida de uma enfermidade mortal, deixou jorrar do coração para os lábios essa apaixonada e significativa oração: “Senhor, ofereço-vos a minha vida e a minha morte pelo triunfo do Espírito Santo”.

Recebida pelo papa em audiência especial a 18 de outubro de 1897, recebeu dele grande estímulo para continuar em seu apostolado pela causa do Espírito Santo. Autorizou-a, também nessa ocasião, a dar às religiosas de sua Congregação o nome de Oblatas do Espírito Santo, identificando-as, assim, de modo mais adequado, ao carisma que lhes é próprio na Igreja.

A 20 de junho de 1903, falece o papa Leão XIII. Depois de alguns anos, grandes sofrimentos se apresentam na vida da madre fundadora Elena Guerra. Como tantas outras figuras da história da espiritualidade cristã, Elena também precisou abraçar corajosamente sua cruz e empreender o caminho do calvário. Foi deposta de sua autoridade por vulgar conspiração de algumas pessoas soberbas, e, sobretudo, ingratas. Teve – por imposição da autoridade eclesiástica local – de renunciar publicamente ao cargo de Superiora da Congregação. Viveu os últimos sete anos de sua vida num verdadeiro deserto, isolada das atividades e da companhia de suas filhas.

Depois de sua morte, revelou-se a tremenda injustiça cometida contra a superiora, e reparações diversas foram apresentadas. O Cardeal Lorenzelli, no fim dos trabalhos e da borrasca, exclamou: “Encontramos ouro onde críamos haver lixo, e lixo onde críamos haver ouro”...6

Elena Guerra faleceu a 11 de abril de 1914 (mesmo dia e mês em que morreu sua discípula Gemma Galgani – embora 11 anos mais tarde –, quando também era um Sábado Santo!), em Lucca, tendo convivido com quatro papas: Gregório XVI (1831-1846), Pio IX (1846-1878), Leão XIII (1878-1903), e Pio X (1903-1914).

sexta-feira, 5 de julho de 2013

Tudo posso, mas nem tudo me convém

“Tudo posso, mas nem tudo me convém” (I Cor. 6,12),o apóstolo Paulo, ao escrever a comunidade de Coríntios busca mostrar aquela comunidade que está em faze de crescimento espiritual o quanto é necessário contemplar a mensagem de cristo para viver retamente a vida cristã, mostrando assim como podemos bem guiar nossas decisões e atitudes. É a partir deste texto do grande apóstolo dos gentios que quero fazer com que você amigo internauta possa refletir bem antes de fazer suas escolhas.


Há pessoas que ficam escandalizadas com tanta falta senso de responsabilidade e por isso procuram ficar alheias a tudo o que se relaciona a festas seculares; há outras que simplesmente ficam indiferentes; há quem condene; há, ainda, aquelas pessoas que esperam ansiosos por sua chegada.

O que pensar então? Excessos e abusos nessas festas, antes de serem transgressões morais, são atentados ao valor humano em si e nos outros. O comportamento moral cristão não obedece em primeiro lugar leis, costumes, padrões sociais de conduta. Segue antes a consciência, marcada pela liberdade e fidelidade que brotam da fé em Cristo.

Fé e consciência limpa são inseparáveis em qualquer lugar! Tudo o que não procede da fé é pecado, ensina São Paulo (Rm 14,23). A fé é a luz que ilumina a consciência e a confirma nas convicções morais. É infantil perguntar: “é pecado ir em festas seculares”. O pecado não está no “ir” ou não “ir”, mas sim nos atos insanos que são cometidos pelas escolhas maléficas deste momento de “ felicidade”.

Quem se guia pela consciência do que é bom, digno e justo, possui uma grande virtude que é saber o que é certo e errado. Sabe se posicionar, escolher e decidir: onde, como e com quem ir. Sem pular a linha da moralidade sadia.. Ao invés de perder o senso moral irá defendê-lo das ilusões permissivas.

Cabe a você caro leitor refletir ao ler este texto e vê qual caminho deseja seguir. Se é licito ou não participar destas festas.

quarta-feira, 3 de julho de 2013

Por que Jesus precisou vir à terra em missão?


Porque os homens, nos primórdios da criação, rejeitaram o plano de amor oferecido por Deus, e pela desobediência, excluíram-se da possibilidade de participar da contemplação de Deus, em vida eterna. Sujeitaram-se ao pecado, e não tinham nenhuma possibilidade de reparar essa ofensa feita a Deus, e restabelecer a aliança inicial.

O ofendido fora Deus. E que poderia oferecer o homem para compensar tão grave desamor? Sua vida? Que valor efetivo tem sua vida diante de seu Criador? (aliás, nossa vida já é do Criador...).

Para reparar tão grave falta, o Filho – o Verbo eterno –, vem à terra em missão, encarna-se no seio da Virgem Maria, e – agora sim –, assumindo a natureza humana, sofre em sua carne o castigo que era a nós devido; permanece obediente até a morte, e, por sua natureza também divina, dá ao seu gesto o peso e o valor que a reparação exigia; e, por sua morte e ressurreição, vence a morte, e nos restitui o direito à vida eterna. Morreu “a nossa morte” prá que tivéssemos participação na vida que era dele (junto do Pai, que fez o sacrifício de dar o Seu Filho em sacrifício, pois esta era a única maneira de ter de volta todos os seus outros filhos).

terça-feira, 2 de julho de 2013

Como o Espírito Santo esta presente no Antigo Testamento?

Muitos textos das Sagradas Escrituras nos ajudam a compreender esta presença. Nota-se que as pessoas que viviam naquele tempo não sabiam disso, pois a revelação a respeito do Espirito Santo só iria se completar com os ensinamentos de Jesus Cristo.

Basicamente podemos notar que o Espírito Santo, nos tempos do AT, primeiro, se manifestava na vida de algumas pessoas, não na vida de todas as pessoas.

Notavelmente na vida de alguns sacerdotes, de alguns juízes, de alguns reis, de alguns profetas. E, note-se, Ele se manifestava na vida destas pessoas, Ele se apossava e se manifestava através delas, mas não há nada que diga que o Espírito habitasse essas pessoas.

São Cirilo de Alexandria vai dizer, por exemplo, que havia uma luminosidade especial do Espírito na vida dos profetas, mas nunca se ouviu dizer que eles houvessem sido habitados pelo Espírito Santo.O Espírito se manifestava na vida dessas pessoas por um determinado tempo, com vistas a uma missão, para a realização de uma tarefa. Passada a missão, passada a tarefa, cessava a manifestação do Espírito, normalmente.

Além do mais podemos dizer que o Espírito Santo estava presente de uma forma difusa, natural, a sustentar a vida das pessoas; e atuava na vida delas e era pressentida mais como uma percepção de força, uma força de sabedoria - como em Salomão - uma força física - como em Sansão - mas não como a presença de uma pessoa divina.

domingo, 30 de junho de 2013

A missão de Pedro

Solenidade São Pedro e São Paulo

A missão de liderança confiada a Pedro exigiu dele uma explicitação de sua fé. Antes de assumir o papel de guia da comunidade, foi preciso deixar claro seu pensamento a respeito de Jesus, de forma a prevenir futuros desvios.

Se tivesse Jesus como um messias puramente humano, correria o risco de transformar a comunidade numa espécie de grupo guerrilheiro, disposto a impor o Reino de Deus a ferro e fogo. A violência seria o caminho escolhido para fazer o Reino acontecer.

Se o considerasse um dos antigos profetas reencarnados, transformaria a Boa-Nova do Reino numa proclamação apocalíptica do fim do mundo, impondo medo e terror. De fato, pensava-se que, no final dos tempos, muitos profetas do passado haveriam de reaparecer.

Se a fé de Pedro fosse imprecisa, não sabendo bem a quem havia confiado a sua vida, correria o risco de proclamar uma mensagem insossa, e levar a comunidade a ser como um sal que perdeu seu sabor, ou uma luz posta no lugar indevido.
Só depois que Pedro professou sua fé em Jesus, como o “Messias, o Filho do Deus vivo”, foi-lhe confiada a tarefa de ser “pedra” sobre a qual seria construída a comunidade dos discípulos: a sua Igreja. Entre muitos percalços, esse apóstolo deu provas de sua adesão a Jesus, selando o seu testemunho com a própria vida, demonstração suprema de sua fé. Portanto, sua missão foi levada até o fim..

quinta-feira, 27 de junho de 2013

Nossa Senhora do Perpétuo Socorro

Também conhecida como "Virgem da Paixão". "a Madona de ouro", "a Mãe dos Missionários redentoristas", "a Mãe dos lares católicos, Nossa Senhora do Perpétuo Socorro é um título dado a Virgem Maria, associada a um ícone bizantino com o mesmo nome, do século 13 ou 14, mas talvez do século 15. O ícone tem estado em Roma pelo menos desde o século 15. Na Igreja Ortodoxa esta iconografia é conhecida como a Theotokos da Paixão.

Segundo uma antiga inscrição colocada ao lado do ícone com um resumo histórico da imagem, a origem deste quadro é da Ilha de Creta, no Mar Egeu. Um mercador roubou o ícone de uma igreja, o escondeu na sua bagagem e embarcou rumo a outras terras. Durante a viagem acontece uma grande tempestade e os passageiros começam a rezar a Deus e a Nossa Senhora. Conta a lenda que o mar se acalmou e a viagem continuou tranquila até o próximo porto.

Pouco depois, por volta do ano de 1499, no reinado do Papa espanhol Alejandro VI, o mercador chega a Roma com o quadro. Porem ele contraiu uma doença incurável. Estando para morrer, revelou o segredo do quadro a um amigo pediu-lhe o devolvesse a uma igreja. Este prometeu realizar o seu desejo mas, por causa da sua esposa, não quis desfazer-se de um tão belo tesouro. Assim também morreu sem ter cumprido a promessa.

Então a Santíssima Virgem apareceu a uma menina de seis anos, filha desta família romana, e mandou-lhe dizer à mãe e à avó que o quadro de Nossa Senhora do Perpétuo Socorro devia ser colocado na Igreja de São Mateus Apóstolo, um templo menor entre as grandes basílicas de São João de Latrão e Santa Maria Maior.

Diz a tradição que, após muitas dúvidas e dificuldades, "a mãe obedeceu e, tendo procurado o sacerdote encarregado da igreja. Assim no dia 27 de março de 1499, o ícone passa a ocupar um lugar destacado na igreja de São Mateus , administrada pelos Agostinianos. Ali permanece a imagem do Perpétuo Socorro durante aproximadamente 300 anos. Os escritores da época falam maravilhas desta devoção mariana: é a imagem milagrosa por excelência. O século XVII parece ser o mais intenso na devoção e culto a mãe do Perpétuo Socorro

Mas em fevereiro de 1798, com a invasão de Napoleão, suas tropas se apoderam da Itália e em Roma demolem mais de trinta igrejas da cidade, entre elas a antiga São Mateus. Os religiosos Agostinianos salvam o quadro milagroso e o levam consigo. Contudo, o ícone cai em esquecimento por mais de 88 anos.

Somente em 1855, quando os Redentoristas compram uns terrenos ao lado da Via Merulana, e bem perto de Santa Maria Maior, onde estava erguida a igreja de São Mateus, através do Pe. Miguel Marchi, descobriu-se o paradeiro do ícone de Nossa Senhora. No dia 11 de dezembro de 1865, os filhos de Santo Alfonso Maria de Ligorio, o grande cantor das Glórias de Maria, solicitam ao Santo Padre a concessão do Perpétuo Socorro. E em 19 de janeiro de 1866 a imagem de Nossa Senhora do Perpétuo Socorro volta para a igreja de Santo Alfonso, no mesmo local onde havia estado três séculos.

Restaurada, ocupa o centro do altar-mor da igreja de Santo Alfonso e sua devoção e influência se estende aos cinco continentes. Centenas de milhares de ícones do Perpétuo Socorro se espalham pelas igrejas, casas e capelas do mundo inteiro. Seus melhores propagadores são os missionários redentoristas e as missões populares. Com eles Maria chegará a todas as partes abrindo caminhos para o Redentor. Ela é a primeira missionária.

Assim se cumpre aquela frase de Pio IX aos Redentoristas na audiência ao Superior Geral Pe. Mauron em 11 de dezembro de 1865: "Dada a conhecer a todo o mundo".

A Virgem do Perpétuo Socorro é hoje cidadã do mundo. Grandes santuários a celebram permanentemente com grande afluência de peregrinos, como o de Baclaran (Filipinas), Belém (Brasil), Bombaim (Índia), Singapura, etc. Catedrais, paróquias e igrejas a têm como padroeira. Numerosas editoras, livros, revistas, emissoras de rádio mantêm e propagam sua devoção. Maria é e sempre será Perpétuo Socorro.


segunda-feira, 24 de junho de 2013

São João Batista

Hoje, a Igreja celebra a festa da natividade de João, o batista. De todos os  antos, João é o único do qual celebramos o nascimento. Todos os outros têm a festa celebrada no dia da morte. Conta a tradição que quando João nasceu sua mãe teria acendido uma grande fogueira para anunciar o nascimento do bebê. Assim, sua prima Maria poderia saber do acontecido mesmo de longe, ao ver o sinal de fumaça no céu. 

João nasceu de Isabel, que era prima de Maria, mãe de Jesus. De acordo com os evangelhos, João foi o precursor do ministério de Jesus. Ainda no ventre da mãe, João alegrou-se com a chegada de Maria. Foi ele quem batizou Jesus nas águas do rio Jordão e apontou “o cordeiro de Deus” para seus discípulos. 

Os evangelistas apresentam João como precursor do Messias. O dia de seu nascimento é chamado de "Aurora da Salvação". João inicia sua missão alguns anos antes de Jesus iniciar a sua própria missão terrestre. 

Ele era um filho muito desejado por seus pais, Isabel e Zacarias, ela estéril e ele de origem sacerdotal e já com idade bem avançada. Conforme a indicação de Lucas, Zacarias recebeu o anúncio do anjo de que seria pai. Duvidou e ficou mudo. Isabel, confiante, gerou João, o último profeta e o primeiro apóstolo. O menino foi crescendo e fortificando-se em espírito e viveu nos desertos até o dia em que se apresentou diante de Israel.

Com palavras firmes, pregava a conversão e a necessidade do batismo de penitência. Anunciava a vinda do Messias prometido e esperado. Sua originalidade era o convite a receber a purificação com água no rio Jordão, prática chamada batismo. Daí o seu apelido de Batista.

Jesus, falando de João Batista, tece-lhe o maior elogio registrado na Bíblia: "Jamais surgiu entre os nascidos de mulher alguém maior do que João Batista. Contudo o menor no Reino de Deus é maior do que ele".(Mateus 11,11).

Ele morre degolado sob o governo do rei Herodes Antipas, por defender a moralidade e os bons costumes. O seu martírio é celebrado em 29 de agosto, com outra veneração litúrgica.

quarta-feira, 19 de junho de 2013

Oficinas de Pregação da Renovação Carismática Católica

Acontecerá neste final de semana, nos dias 22 e 23 de junho em Três Marias-MG, as Oficinas de Pregação da Renovação Carismática Católica para a Forania de Curvelo. Ou seja quem é de Três Marias, Curvelo, Inimutaba, Presidente Juscelino e Felixlândia e participa ou deseja ingressar no ministério de Pregação pode participar.

As inscrições terão o custo de R$ 10,00, e pra quem não mora em Tres Marias a hospedagem em casa de família.
As oficinas serão iniciadas no sábado (dia 22) a partir das 14h00, na Escola Municipal Rosa Pedroso de Almeida, localizada a rua Ângelo Dayrell Magalhães, s/n , bairro Ermírio de Moraes.

Os participantes deverão levar material para anotações e a Bíblia.


Mais informações: (38) 91130487 
                          (38) 99154062 
                          (38) 88241164

terça-feira, 18 de junho de 2013

Onde está o seu coração hoje?

“Onde está o teu tesouro, lá também está teu coração” (Mt 6, 21).

O nosso coração nos mostra o que é caro e precioso para nós.

Se quisermos saber o que é caro e importante para nós é só perguntarmos onde está o nosso coração, que não é formado só da carne, mas de todo o nosso ser.

O que foi que encheu todo o nosso dia e nos alegrou? Se soubermos com qual função ocupamos o nosso tempo saberemos onde está o nosso coração. Se respondermos que o nosso coração está em Deus é sinal de que também o nosso corpo está no Senhor. Ter um coração em Deus é também ir para a eternidade.

Façamos hoje a experiência de fixar nosso coração em Deus, nosso Eterno tesouro. Ele nos conduzirá aos lugares e às pessoas certas. Lembre-se de que seu coração, antes e acima de tudo, pertence a Deus. Se você está distante d'Ele, procure voltar hoje mesmo, Ele está à sua espera
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quinta-feira, 13 de junho de 2013

Santo Antônio casamenteiro

Batizado de Fernando Bulhões, Santo Antônio era um frade franciscano, nascido em 1195, em Portugal, mas viveu durante a maior parte de sua vida em Pádua, na Itália. Apesar de não ter em seus sermões nada específico sobre casamentos, Santo Antônio ficou conhecido como o santo que ajuda mulheres a encontrarem um marido. Tanto é que existem varias lendas a respeito do assunto e, como toda crendice popular cada uma delas tem inúmeras versões diferentes. Assim fica difícil saber ao certo qual é de fato a relação do santo com o casamento. 

Aqui em Minas, corre de boca em boca uma lenda que, certamente, tem contribuído muito para que se alastre entre os montanheses a crença nos méritos de Santo Antônio de Lisboa, ou de Pádua, como providencial casamenteiro.

Conta-se que uma jovem muito linda, mas cansada de esperar por um noivo que não chegava, já desesperançosa de encontrar marido, se apegou com Santo Antônio. Foi ao santeiro da cidade, adquiriu uma imagem daquele pio varão que no século chamou-se Fernando de Bulhão, fê-la benzer, colocou-a no oratório e ali lhe levava, todos os dias, o seu fervoroso responso, as flores que colhia no jardim e o vintenzinho de promessa.

Mas, passaram-se semanas, meses, anos… e nada.

O noivo não aparecia, nem se falava na redondeza que algum mancebo ou mesmo, à falta de outro, algum velhote ricaço se tivesse por ela inclinado. Certa vez, depois de consultar o espelho e ter descoberto prenúncios de pés de galinha, se pôs a lamentar da ingratidão do santo, chegando mesmo a ser repreendida pela progenitora. E, desapontada pelo poder miraculoso do taumaturgo, toma a imagem e, no auge do desespero, atira-a pela janela a fora.

Passava na rua, naquele momento, um jovem cavaleiro que a recebe, em cheio, sobre a cabeça. Apanha-a, intacta e sobe a escada do sobrado, de uma de cujas janelas partira a imagem. Vem recebê-lo, por notável coincidência, a formosa e geniosa donzela. Apaixona-se por ela o cavaleiro e, tempos após, acabam casando, naturalmente por milagre do santo.

Verdade ou nao, o fato é que as moças solteiras que querem casar começaram a fazer orações pedindo ajuda ao santo e cultuando sua imagem. 

Entre as simpatias mais populares, acredita-se que as jovens devem comprar uma pequena imagem do Santo e tirar o Menino Jesus do colo, dizendo que só o devolverá quando conseguir encontrar o amor, ou ainda, virar o Santo Antônio de cabeça para baixo.


sexta-feira, 7 de junho de 2013

As 12 Promessas do Coração de Jesus

Celebramos hoje a solenidade do Sagrado Coração de Jesus. Sabemos que Jesus deixou doze grandes promessas às pessoas que, aproveitando-se da Sua Divina Misericórdia, participassem das comunhões reparadoras das primeiras sextas-feiras


A origem desta devoção deve a Santa Margarida Maria de Alacoque, uma religiosa de uma Congregação conhecida como Ordem da Visitação. A Santa Margarida Maria teve extraordinárias revelações por parte de Jesus Cristo, que a incumbiu pessoalmente de divulgar e propagar no mundo esta piedosa devoção. Foram três as aparições de Jesus: A primeira, deu-se a 27 de Dezembro de 1673, a segunda em 1674 e, a terceira, em 1675. Mais tarde, outra religiosa, a Beata Maria do Divino Coração, condessa de Droste zu Vischering, a partir de Portugal estendeu a esta devoção a todo o Mundo por meio de um acto de consagração solene pedido ao Papa Leão XIII.

Não se sabe quem compôs a lista com as 12 promessas do Sagrado Coração de Jesus, tiradas das revelações de Nosso Senhor a Santa Margarida Maria de Alacoque. Sabe-se só que são fidedignas – as promessas estão de fato contidas nas revelações – e que o trabalho anônimo foi de grande mérito e utilidade.

M. Kemper, um modesto comerciante de Dayton, cidadezinha norte-americana, iniciou, em 1882, um trabalho de ampla divulgação delas.

A partir desta primeiro impulso, tiveram propagação mundial. Normalmente são conhecidas como as 12 Promessas do Coração de Jesus, a mais importante das quais, é a 12ª, chamada a GRANDE PROMESSA. 


Conheça as 12 promessas
  1. A minha bênção permanecerá sobre as casas em que se achar exposta e venerada a imagem de meu Sagrado Coração.
  2. Eu darei aos devotos do meu Coração todas as graças necessárias a seu estado.
  3. Estabelecerei e conservarei a paz em suas famílias.
  4. Eu os consolarei em todas as suas aflições.
  5. Serei seu refúgio seguro na vida, e principalmente na hora da morte.
  6. Lançarei bênçãos abundantes sobre todos os seus trabalhos e empreendimentos.
  7. Os pecadores encontrarão em meu Coração fonte inesgotável de misericórdias.
  8. As almas tíbias se tornarão fervorosas pela prática dessa devoção.
  9. As almas fervorosas subirão em pouco tempo a uma alta perfeição.
  10. Darei aos sacerdotes que praticarem especialmente essa devoção o poder de tocar os corações mais empedernidos.
  11. As pessoas que propagarem esta devoção terão os seus nomes inscritos para sempre no meu Coração.
  12. A todos os que comungarem nas primeiras sextas-feiras de nove meses consecutivos, darei a graça da perseverança final e da salvação eterna.

quinta-feira, 30 de maio de 2013

Corpus Christi

Celebramos hoje a festa de Corpus Christi, que objetiva celebrar solenemente o mistério da Eucaristia - o Sacramento do Corpo e do Sangue de Jesus Cristo.

Esta solenidade acontece sempre em uma quinta-feira, em alusão à Quinta-feira Santa, quando se deu a instituição deste sacramento. Durante a última ceia de Jesus com seus apóstolos, Ele mandou que celebrassem Sua lembrança comendo o pão e bebendo o vinho que se transformariam em seu Corpo e Sangue.


"O que come a minha carne e bebe o meu sangue, tem a vida eterna e, eu o ressuscitarei no último dia. Porque a minha carne é verdadeiramente comida e o meu sangue é verdadeiramente bebida. O que come a minha carne e bebe o meu sangue permanece em mim e eu nele. O que come deste pão viverá eternamente" (Jo 6, 55 - 59).

Através da Eucaristia, Jesus nos mostra que está presente ao nosso lado, e se faz alimento para nos dar força para continuar. Ele nos comunica seu amor e se entrega por nós.

Por isso sentinela, participe da celebrações deste dia em sua paróquia. 

quarta-feira, 29 de maio de 2013

O que é a Trezena de Santo Antônio?


São as orações que se fazem em louvor a Santo Antônio nos treze dias antecedentes à sua festa. Esta devoção é muito antiga: teve origem em Bolonha, na Itália, no ano de 1617.

Uma senhora, necessitando de um grande favor dos céus, recorreu a Santo Antônio com insistência, por nove terças-feiras sucessivas visitou sua imagem na Igreja de São Francisco, e aí rezava com fervor. Alcançou de modo admirável o que desejava.


A notícia se espalhou e muitas pessoas necessitadas de graças e bênçãos seguiram seu exemplo de visitar a Igreja durante nove terças-feiras para rezar com fé, diante da imagem de Santo Antônio.

Como se multiplicassem as graças e milagres, essa prática se divulgou rapidamente. Mais tarde, o número das terças-feiras foi aumentando para treze, uma vez que o Santo passou para a eternidade no dia 13 de junho de 1231.

A partir do dia 31, você poderá acompanhar a Trezena de Santo Antônio, aqui no nosso blog. Aproveite essa oportunidade e reze conosco!

terça-feira, 28 de maio de 2013

Ninguém te despreze por seres jovem



Sabemos que o jovem tem um chamado especial: Evangelizar com toda ousadia de sua juventude! Sair pelo mundo, testemunhando a alegria de ser amado do Senhor! Mostrar a outros jovens, perdidos em meio a tantas abominações, como drogas, sexo desenfreado, culto exagerado ao corpo, que, vivendo os mandamentos de Jesus, poderão ser felizes!

A juventude sempre teve essa missão e, sabendo disso, São Paulo exorta a Timóteo em sua carta: "Ninguém te despreze por seres jovem. Ao contrário, torna-te modelo para os fiéis, no modo de falar e de viver, na caridade, na fé, na castidade" (2 Tm 4, 12).

Timóteo era um jovem que, à frente de seu tempo, com destemor, anunciava a palavra do Senhor. Paulo sabendo de sua coragem estimula a pregar vivendo a santidade, pois esta, é o melhor testemunho de alegria!

Os santos da modernidade estão para nascer, dependem de nós, dependem do nosso coração, precisamos ser santos com computador, com bateria, santos atuais. 

Que possamos assim como Timóteo assumir essa missão!

terça-feira, 21 de maio de 2013

Rosário

O Rosário é uma oração católica Cristocêntrica em honra da Santíssima Virgem Maria formado tradicionalmente por três terços. Depois houve um acréscimo de mais um terço pelo Papa João Paulo II. Cada terço compreende cinco mistérios da vida de Nosso Senhor Jesus Cristo e de Nossa Senhora. Os mistérios são formados basicamente por um Pai-Nosso e dez Ave-Marias. Cada mistério recorda uma passagem importante da história da salvação, segundo a doutrina católica, e cada terço é constituído por cinco mistérios.

Origem

A oração do Santo Rosário surge aproximadamente no ano 800 à sombra dos mosteiros, como Saltério dos leigos. Dado que os monges rezavam os salmos (150), os leigos, que em sua maioria não sabiam ler, aprenderam a rezar 150 Pai-Nossos. Com o passar do tempo, se formaram outros três saltérios com 150 Ave Marias, 150 louvores em honra a Jesus e 150 louvores em honra a Maria.

Segundo uma tradição a Igreja católica recebeu o Rosário em sua forma atual em 1206 quando a Virgem teria aparecido a Santo Domingo e o entregou como uma arma poderosa para a conversão dos hereges e outros pecadores daquele tempo. Desde então sua devoção se propagou rapidamente em todo o mundo com incríveis e milagrosos resultados

No ano 1365 fez-se uma combinação dos quatro saltérios, dividindo as 150 Ave Marias em 15 dezenas e colocando um Pai nosso no início de cada uma delas. Em 1500 ficou estabelecido, para cada dezena a meditação de um episódio da vida de Jesus ou Maria, e assim surgiu o Rosário de quinze mistérios.

A palavra Rosário significa 'Coroa de Rosas'. É uma antiga devoção católica que a Virgem Maria revelou que cada vez que se reza uma Ave Maria lhe é entregue uma rosa e por cada Rosário completo lhe é entregue uma coroa de rosas. A rosa é a rainha das flores, sendo assim o Rosário de todas as devoções é, portanto, tido como sendo a mais importante.


Selecionamos este video, onde o Pe. Paulo Ricardo fala sobre a importância desta oração, e explica por que é que a Virgem Maria em suas aparições pede insistentemente aos fiéis que rezem o rosário 

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